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Indenizações também são passivo social do Centro de Lançamento de Alcântara

Outro “passivo social” que o novo diretor do Centro de Lançamento de Alcântara, tenente-coronel Nilo Sérgio de Oliveira Andrade, terá pela frente será a questão das indenizações ainda não pagas a pelo menos metade das cerca de 300 famílias que moravam na área onde hoje funciona o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), e que foram transferidas, a partir de 1986, para sete agrovilas.

Um grupo executivo interministerial, que envolve a Casa Civil da Presidência da República e a Advocacia Geral da União, foi criado em 2004 para tratar do caso, cujos processos correm na 5ª Vara de Justiça do Maranhão.

O deslocamento das famílias começou em 1986. Até 1988, 312 famílias de 22 comunidades quilombolas saíram de uma região de perto do mar para lotes de cerca de 15 hectares no interior do município. As sete agrovilas – que abrigam quase 2 mil pessoas – são: Espera, Cajueiro, Ponta Seca, Só Assim, Pepital, Marudá e Peru. Outras quatro comunidades permaneceram dentro dos 62 mil hectares que foram desapropriados para criar o centro. São elas: Mamuna, Baracatatiua, Brito e Tapera.

< O Observatório Quilombola publica todas as informações que recebe, sem descartar ou privilegiar nenhuma fonte, e as reproduz na íntegra, não se responsabilizando pelo seu conteúdo.>

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