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Arraial e lançamento de revista na Ilha da Marambaia

Revista “EXISTIMOS” dá voz aos quilombolas da Ilha de Marambaia

Com depoimentos, fatos históricos, breves análises, notícias e pequenos contos, e um bonito projeto gráfico, a revista EXISTIMOS registra o processo histórico da comunidade quilombola na Ilha de Marambaia desde a Escravidão até os dias de hoje. É uma iniciativa da organização não-governamental FASE, realizada com plena participação dos quilombolas, com concepção e textos de Fernanda Carneiro e projeto gráfico de Luang Dacach.

O pré-lançamento será no próximo sábado, dia 7/07, às 16h, na Ilha de Marambaia, em Mangaratiba/RJ.Acontecerá em meio aos festejos do “Arraial Esperança”, promovido pela ARQIMAR (Associação dos Remanescentes de Quilombolas da Ilha da Marambaia), representante da comunidade reconhecida pela Fundação Cultural Palmares/ MinC.

A comunidade habita a Ilha há mais de cem anos e sempre teve a posse compartilhada, coletiva e pacifica do território preservado exemplarmente.  Desde a instalação, em 1971, da Base de Adestramento da Marinha vem sofrendo restrições de direitos de cultivo, moradia, transporte e educação, e a situação não mudou mesmo depois da Constituição Federal de 1988 que garante a permanência e propriedade dos quilombolas em seu território pelo  artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

EXISTIMOS, ao registrar a história da comunidade e de sua luta pela titulação coletiva da terra pretende ser um instrumento de reconhecimento público dos direitos dos ilhéus a seu território, e de formação de uma opinião pública não arbitrária, mas calcada em estudos científicos, análises e relatos dos diretamente atingidos por uma situação de injustiça ambiental. 

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Evento: Lançamento da revista EXISTIMOS e festa junina ARRAIAL ESPERANÇA

Data: 07/07/2007, às 16h.

Onde: Ilha de Marambaia – Mangaratiba/RJ

Contatos: Julianna Malerba 21 2536 7350 e Vânia Guerra 21 9714 7526

 

< O Observatório Quilombola publica todas as informações que recebe, sem descartar ou privilegiar nenhuma fonte, e as reproduz na íntegra, não se responsabilizando pelo seu conteúdo.>

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