A KOINONIA atualizou seus temas transversais, considerados critérios permanentes de monitoramento metodológico, para os anos de 2022 a 2027. Estes incluem Antir ...
Eixos de atuação
Eixos Temáticos A KOINONIA trabalha em três eixos temáticos essenciais para uma sociedade justa e inclusiva: Mobilizações Ecumênicas e da Sociedade Civil, D ...
Calendário Institucional
Baixe o Calendário Institucional KOINONIA 2024 com imagens de nossas ações e encontros. ...
Temas Transversais
Os diálogos internos indicaram uma atualização dos temas transversais, que são tratados por KOINONIA como aqueles que incidem sobre todas as práticas in ...
Política de Privacidade
Introdução Quem somos KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço é uma organização sediada no Rio de Janeiro (RJ), com atuação nacional e internacional, fundada ...
Sample Page
This is an example page. It's different from a blog post because it will stay in one place and will show up in your site navigation (in most themes). Most peop ...
Política de Justiça de Gênero de KOINONIA
Introdução KOINONIA é organização ecumênica composta por pessoas de diferentes orientações socioculturais, políticas e religiosas, reunidas em associação ci ...
Ato inter-religioso cobra laicidade do Estado e equidade no uso de recursos públicos
Lideranças religiosas, organizações da sociedade civil e ativistas dos direitos humanos realizaram, no dia 14 de janeiro, um ato público de desagravo e reivindicação, das 10h às 14h, em frente à sede da Prefeitura do Rio de Janeiro. A mobilização foi uma resposta às declarações do prefeito sobre as críticas ao uso de recursos públicos para a instalação de um palco gospel no Réveillon 2025/2026.
O ato ocorreu logo após a repercussão das falas do prefeito, que classificou as críticas como preconceito, e teve como objetivo afirmar que a reação não se restringe a uma disputa individual ou a um único grupo social.
O povo de santo e o medo: racismo religioso, guerra cultural e desafios à efetivação da liberdade religiosa no Brasil
Este artigo analisa o racismo religioso direcionado às religiões de matriz africana, com ênfase no Candomblé, compreendendo-o como expressão de uma guerra cultural herdada do processo colonial brasileiro e atualizada na contemporaneidade por meio de práticas institucionais, políticas e religiosas excludentes. A partir de pesquisa bibliográfica e análise normativa, discute-se a formação histórica do racismo religioso, o papel do sincretismo como estratégia de sobrevivência, a atuação de setores neopentecostais na intensificação das violências simbólicas e materiais contra o povo de santo, bem como as contradições do Estado brasileiro no cumprimento do princípio da laicidade. Por fim, apontam-se caminhos de resistência, reconhecimento jurídico e formulação de políticas públicas voltadas à garantia da liberdade religiosa e à proteção dos territórios sagrados afro-
Roda de Diálogo Cultural em Itinga fortalece terreiros, juventude e o enfrentamento ao racismo religioso
No dia 10 de janeiro, a comunidade de Itinga, em Lauro de Freitas (BA), recebeu a Roda de Diálogo Cultural, uma atividade voltada ao enfrentamento do racismo religioso e ao fortalecimento da juventude e da cultura de matriz africana. A iniciativa marcou a retomada de ações coletivas no território e reforçou a importância da cultura como ferramenta de formação política, diálogo comunitário e afirmação de direitos. A atividade foi realizada pelo Ilê Asé Opo Alafunbi, terreiro que há mais de dez anos desenvolve ações sociais, culturais, religiosas e empreendedoras na comunidade de Parque São Paulo – Itinga.
ALERTA PELA PAZ REGIONAL: Um chamado urgente à proteção da vida, da soberania e do Direito Internacional
Como organizações baseadas na fé, afirmamos que a paz e a justiça são exigências éticas concretas. Reiteramos que a agressão militar nunca pode ser uma saída e que a defesa da vida, da autodeterminação dos povos e da paz regional deve prevalecer sobre quaisquer interesses geopolíticos, econômicos ou estratégicos. Expressamos nossa solidariedade e esperança ao povo venezuelano, dentro e fora da Venezuela, incluindo o compromisso com a proteção da população migrante, bem como nossa defesa da autonomia democrática e da paz com justiça na América Latina e no Caribe.
Os profetas do Antigo Testamento nos ensinam a não nos calarmos diante da injustiça (Amós 5:24; Miqueias 6:8). Nas palavras do bispo Luis Andrés Caicedo, da Igreja Metodista Colombiana: “Em um mundo ferido pela violência, não podemos permanecer em silêncio; somos chamados a proclamar com coragem que a paz é possível, que a justiça é inevitável e que a dignidade humana é inviolável.”
“Bem-aventurados os que promovem a paz.” — Mateus 5:9
Agenda de Janeiro 2026 | Resistir é um ato de fé
O mês de janeiro de 2026 será marcado por uma série de atividades, encontros formativos, mobilizações públicas e ações de incidência em defesa da liberdade reli ...







