religião

Cartilha Religião e Violência Contra a Mulher

KOINONIA lança a cartilha “Religião e Violência Contra a Mulher”, resultado das Rodas de Conversas sobre Religião e Violência contra a Mulher organizadas pelo Programa Saúde e Direitos por meio da Rede Religiosa de Proteção à Mulher Vítima de Violência.

O material instrumentaliza o início deste trabalho junto às comunidades religiosas por meio de relatos, impressões e expressões de mulheres que vivem a religiosidade através de uma perspectiva singular.

Capa Violações

Cartilha Violações

Acaba de sair a segunda da série de três publicações produzida por KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço, em parceria com a Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Estado do Rio de Janeiro (Acquilerj).

A cartilha mostra as violações e a desigualdade que afetam as comunidades quilombolas e informa sobre como defender direitos, além do que significa lutar por um conjunto de garantias que se interligam. O material é fruto do projeto Apoio ao Fortalecimento Político e Protagonismo das Comunidades Quilombolas do Rio de Janeiro.

Esta é mais uma publicação que surge da demanda frequentemente expressa pelas mulheres e homens quilombolas ao lado dos quais KOINONIA tem atuado desde 1997, quando seu Programa Egbé Territórios Negros, dedicado a superação das desigualdades raciais e da intolerância religiosa, incorporou a defesa de direitos dos quilombolas.

Também é importante destacar que, durante as atividades promovidas pelo projeto que originou a cartilha, foram colhidos depoimentos de quilombolas sobre os temas abordados, registrando em suas próprias palavras alguns dos desafios em busca de melhores condições de vida.

Cartilha-Direitos-Koinonia-Impressao

Cartilha Direitos

Em 2007, durante um encontro entre KOINONIA e comunidades quilombolas e negras rurais do estado do RJ atendidas pelo Programa Egbé Territórios Negros, lançamos a primeira edição da Cartilha Direitos. Naquela época, os procedimentos de regularização fundiária eram outros. Apesar das promessas de que as mudanças no processo resultariam em mais titulações – uma vez que supostamente anulariam as ações de setores opositores -, o quadro geral não se alterou.

Embora ainda estejamos comemorando o título concedido à comunidade de Preto Forro, de Cabo Frio (RJ), o processo de titulação dos territórios quilombolas se tornou ainda mais lento e burocrático, os conflitos não diminuíram e, portanto, a dívida do Estado para com essas comunidades está longe de ser sanada.

Diante desse contexto, vimos a necessidade de elaborar uma nova edição. De lá para cá, os encontros e capacitações continuaram ocorrendo junto a diversas comunidades do Estado do Rio de Janeiro e da Bahia, o que só fez enriquecer nosso conhecimento sobre a realidade e os direitos das comunidades.

Hoje, portanto, chega às suas mãos uma versão revisada e atualizada da Cartilha Direitos. Aqui, além das principais informações e dicas sobre como reivindicar os direitos das comunidades negras rurais quilombolas, trazemos textos que analisam o cenário político atual, buscando oferecer instrumentos que concedam cada vez mais autonomia às comunidades. Afinal, saber é poder!

Águas do rei

Águas do Rei

“Acredito que a Antropologia e História devem trabalhar de mãos dadas nesse domínio, onde há que vencer a barreira de muitos preconceitos”. Com esta convicção o antropólogo Oderp Serra apresenta reflexões que serão um marco na produção antropológica brasileira.
Sem receio do confronto intelectual e das ideias, ele se atira de maneira obstinada à compreensão de aspectos fundamentais da história do Brasil, favorecendo o resgate de uma dimensão esquecida ou precariamente considerada.
Não se consegue ler estes ensaios sem se sentir profundamente tocado pelas revelações neles contidas. Escrito de modo apaixonado e polêmico, como cabe a um bom baiano de Cachoeira, o livro representa um avanço nas questões um dia já abordadas pela academia e garante a uma grande maioria a compreensão dos valores, sentimentos e modelos de realidade que se acham incorporados à visão de mundo de grandes parcelas de nosso povo.
Para o autor, “o sincretismo católico-afro-brasileiro não resultou apenas de equívocos induzidos por uma cristianização precária ou tão-somente de artifícios empregados pelos negros para assegurar a realização de seu culto sob a capa de atos devocionais cristãos”. Ordep Serra acentua, de forma inovadora, o genuíno interesse teológico, por parte dos fundadores do rito afro-brasileiro, de conhecer, interpretar e dominar intelectualmente a religião do Novo Mundo para onde foram trazidos.
Mergulhar nas Águas do Rei é uma aventura em busca do insondável e do inefável da religião dos orixás.

Autor: Ordep Serra
KOINONIA/Vozes. 1995. 366 p.

conj2

Meio Ambiente

Educação ambiental. Uma abordagem pedagógica dos temas da atualidade
Aurélio Vianna e outros
CEDI/KOINONIA/Ação Educativa/CRAB. 1994. 2ª edição. 88 p.

Grandes projetos hidrelétricos e
desenvolvimento regional
Carlos B. Vainer e Frederico Guilherme B. de Araújo
CEDI. 1992. 88 p.

O Pólo Sindical e a luta dos atingidos pela barragem de Itaparica. Políticas de desenvolvimento no Vale do São Francisco
Aurélio Vianna e Laís Menezes
CEDI/KOINONIA. 1994. 48 p.