Ana Gualberto, diretora executiva de KOINONIA, escreve sobre a revogação pela Prefeitura da Resolução Conjunta das secretarias de Meio Ambiente e Clima e de Saúde do Rio de Janeiro que reconheceu as tradições de origem e influência africana como práticas integrativas complementares ao SUS na cidade. A alegação para tal revogação foi o entendimento de que a saúde pública é realizada com base na ciência e no princípio do Estado Laico. Porém, por que as práticas dos povos de matriz africana são excluídas se também são saberes milenares como outras práticas já adotadas pelo SUS? A discussão versa sobre o racismo enraizado na sociedade e no Estado brasileiros.












